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Mostrando postagens de maio, 2023

ideia

 tudo que é imaginado é real, tanto na ciência quanto na arte.

Intervalo

 Tive de parar de escrever, pois há compromissos em montar o musical Happy Hour, que ocupa minhas manhãs. Outra coisa que me veio na cabeça: tenho um outro romance parado, já escrito quase a metade. procurar.

Ideia do romance é antiga

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 Catando minhas coisas no gmail, encontrei um esboço em 2014

escrita

 Essa semana retornei o romance. Lembrei de outros processos criativos. A literatura é difícil - solidão, um tiro no escuro. E agora mais do que nunca: escrevo pressionado pelo momento atual de minha vida, que vai estar no livro.  Essa semana comecei pelo capítulo de Brasília, a partir para a europa.  Escrevo como improvisando. Tudo sai na hora. E na hora vou descobrindo novas coisas. O romance se escreve. Mas não tem a cara de um romance. É estranho. Há uma hesitação entre o ponto de visto, ou sobre o ângulo de quem a história é contada. Mas pode ser útil essa fluidez. Vamos indo. Acho que vou retomar o processo de escrever e abrir novos aquivos, como faço com a composição musical. Pois quando releio, reescrevo. e destruo/apago muito.

Isomorfia Wagner e o protagonista

 A ida do protagonista para Bayeruth lembra o conto de Wagner sobre a peregrinação para encontrar Beethoven. Esse querer saber mais da criação, esse idealismo estético de a arte ser tudo, uma redenção, que chega a mover alguém de seu lugar para estar perto do mestre, de ouvir dele o que definiria a vida do seguidor.  Outra questão é de que Wagner escrevesse isso em imensa pobreza durante seu período em Paris, o que se completa na crise financeira e existencial do protagonista. 

Retomando

 Depois de um cansaço em dedicar meu tempo a estudar os outros, revolvi retormar meu livro. Novos procedimentos 1- não ter primeira pessoa gramatical 2- títulos provisórios, "O primeiro Homem", "O último homem", "o homem final". 3- Fluxo da viagem para europa e volta para casa. 4- COlocar capítulos maiores e divisões menores. Brasília, Lisboa, Bayreuth, lisboa, Brasília.  5- Começar pelo guichê no aeroporto, da sala vip. Não ter os cartões. ver a sala. Lembrar do uber. Um ex amigo. pediu para entregar algo. para falar com alguém em Lisboa.  6- Experiência de alguém cansado, frustrado, em busca de se expressar. Um professor universitário. COisas com alunos.  7- Soltar teorias. Tudo que a gente imagina é real. Não é imaginação. Outra: a gente vai ficando mais velho, vendo as coisas ruins que acontecem. Vai ficando mais sem acreditar em nada. 8- Palestra na universidade. Jantar a noite. Lembrar que já foi para lá, para tentar fugir da eleição. Uma fuga. A lín...