Isomorfia Wagner e o protagonista
A ida do protagonista para Bayeruth lembra o conto de Wagner sobre a peregrinação para encontrar Beethoven. Esse querer saber mais da criação, esse idealismo estético de a arte ser tudo, uma redenção, que chega a mover alguém de seu lugar para estar perto do mestre, de ouvir dele o que definiria a vida do seguidor.
Outra questão é de que Wagner escrevesse isso em imensa pobreza durante seu período em Paris, o que se completa na crise financeira e existencial do protagonista.
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